Origens da Política Moderna

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Objetivo
: compreender as bases intelectuais e filosóficas que formaram o pensamento político contemporâneo, por meio da leitura de quatro pensadores (Hobbes, Locke, Rousseau e Marx), de documentos referentes à formação dos Estados Unidos da América e de alguns escritos de José Bonifácio.

Professor: Rafael Nogueira

Valor: R$ 90,00

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Plano de Aulas

1 – O panorama histórico da formação da política moderna, com análise de O Leviatã, de Thomas Hobbes

2 – Segundo Tratado do Governo Civil, de John Locke;

3 – O Contrato Social, de Jean-Jacques Rousseau;

4 – Declaração de Independência dos EUA, Constituição dos EUA, e Artigos Federalistas de 1 a 10; Artigos Federalistas: 15, 31, 47, 51, 68-72.

5 – Manifesto às Nações Amigas, Representação Contra a Escravatura e Cartas Andradinas de José Bonifácio de Andrada e Silva (mais alguns trechos alguns selecionados e fornecidos pelo professor, como “O PROJETO NACIONAL DE JOSÉ BONIFÁCIO, de Miriam Dolhnikoff).

6 – O Manifesto Comunista, de Karl Marx.

Sobre este curso

Muitos falam sobre política, mas poucos realmente entendem seus fundamentos, suas ideias de base, suas reflexões originárias. A proposta deste curso é capacitar o aluno-leitor a compreender as origens da política moderna com base em alguns dos documentos originais nos quais foram consignados os pensamentos mais expressivos da época. A proposta não é esgotar o assunto, nem tratar dos ideais clássicos greco-romanos da política; é iniciar o leitor na compreensão correta de uma discussão moderna que se estende até hoje. O foco é muito claro: ler e examinar os escritos políticos que documentam a gênese intelectual das instituições estruturais do mundo hoje.

Trata-se da sequência da fase moderna do I Ciclo de Estudos Clássicos, primeiramente chamado de “Modernidade Tardia”, porque nos leva até o fim da modernidade.

O fio condutor é cronológico, e o elo entre os autores e os livros é o tema tratado, primeiro, como discussão geral sobre o Estado, e depois, em como adaptar ideias genéricas a situações específicas e reais.

O plano da excursão é este: Saímos de Portugal, o primeiro Estado moderno, e vamos até “O Leviatã” de Hobbes, primeira grande obra justificadora do Estado-nação. Em seguida, passamos pelo pensamento político de John Locke, que inspirou os documentos fundacionais norte-americanos, que também leremos depois de Rousseau, um dos inspiradores de revoluções, e finalmente, chegaremos ao Brasil, já na contemporaneidade, com os escritos de José Bonifácio de Andrada e Silva.

Transformada a excursão em plano de curso, fica assim: após uma palestra inaugural cuja proposta será a de contextualizar o aluno novo — explicando a história formativa dos estados nacionais e a importância dos estudos teóricos que apareceram simultaneamente –, e o aluno já frequente, por meio da ponte entre o módulo anterior (Shakespeare, o Mestre da Imaginação) e este.

Não é necessário ler os textos para compreender as exposições e discussões, mas é altamente recomendado para quem quer adquirir uma formação sólida e independente.

 

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