Literatura Imaginativa

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MÓDULO I. ODISSEIA

  • Introdução
  • Livros I a XII
  • Livros XIII a XXIV
  • Considerações finais

MÓDULO II. A TRAGÉDIA DE EURÍPIDES

  • Introdução
  • Medeia
  • Electra
  • Orestes
  • Considerações finais

MÓDULO III. A COMÉDIA DE ARISTÓFANES

  • Introdução
  • As Nuvens
  • As Aves
  • Lisístrata
  • Considerações finais

MÓDULO IV. ENEIDA

  • Introdução
  • Livros I a VII
  • Livros VIII a XII
  • Considerações finais

MÓDULO V. A DIVINA COMÉDIA

  • Introdução e Canto I (prólogo)
  • Inferno
  • Purgatório
  • Paraíso
  • Considerações finais

MÓDULO VI. OS CONTOS DA CANTUÁRIA

  • Introdução
  • Prólogo, contos do Cavaleiro, do Feitor, do Cozinheiro, do Magistrado, do Marinheiro, da Prioresa e de Chaucer
  • Contos do Monge, do Capelão das Freiras, do Médico, do Vendedor de Indulgências, da Mulher de Bath, do Frade, do Beleguim e do Estudante
  • Contos do Mercador, do Escudeiro, do Proprietário de Terras, da outra Freira, do Criado do Cônego, do Provedor, do Pároco e Retratação
  • Considerações Finais

MÓDULO VII. GARGANTUA E PANTAGRUEL

  • Introdução
  • Gargântua
  • Pantagruel
  • Pantagruel (3º livro)
  • Pantagruel (4º livro)
  • Pantagruel (5º livro)
  • Considerações finais

MÓDULO VIII. OS LUSÍADAS

  • Introdução
  • Cantos I a V
  • Cantos VI a X
  • Considerações finais

MÓDULO IX. O TEATRO DE SHAKESPEARE

  • Introdução
  • Otelo
  • Rei Lear
  • Macbeth
  • Considerações finais

MÓDULO X. DOM QUIXOTE DE LA MANCHA (PRIMEIRA PARTE)

  • Introdução
  • Livros I e II
  • Livro III
  • Livro IV (Capítulos XXVIII a XXXVI)
  • Livro IV (Capítulos XXXVII a LII)
  • Considerações finais

MÓDULO XI. DOM QUIXOTE DE LA MANCHA (SEGUNDA PARTE)

  • Introdução
  • Capítulos I a XXI
  • Capítulos XXII a XLI
  • Capítulos XLII a LIX
  • Capítulos LX a LXXIV
  • Considerações finais

MÓDULO XII. PARAÍSO PERDIDO

  • Introdução
  • Cantos I a IV
  • Cantos V a VIII
  • Cantos IX a XII
  • Considerações finais

 

É cada vez mais forte a alegação de que somos “homens de nosso tempo”; a cada nova geração, a preservação das tradições torna-se cada vez mais difícil. Vivências de infância dos anos 70 e 80 são praticamente ininteligíveis para crianças nascidas no século XXI. Aulas de História não impressionam os alunos pela criação da linguagem articulada, pela obrigatoriedade do nomadismo, pelo domínio do fogo, pela invenção do alfabeto, pelas grandes obras arquitetônicas que receberam o título de Maravilhas do Mundo; o que os deixa realmente embasbacados é quando finalmente percebem que os homens e mulheres em questão não tinham internet ou smartphones à disposição, e que aquilo trata de um tempo tão ou mais antigo do que a época de seus avós.

O distanciamento – ou até esquecimento – entre as gerações não é, contudo, uma fatalidade. Quando pais ou avós contam as experiências pelas quais passaram a jovens ouvintes, deixam muitos deles entusiasmados em reproduzi-las, enquanto outros captam o conteúdo essencial dessas histórias e as relacionam com as próprias vidas, compreendendo as inúmeras semelhanças e diferenças entre as próprias vivências e as narradas, expandindo, não poucas vezes, seu horizonte de consciência. Em outras palavras, essas experiências são revitalizadas e preservadas, tornando-se partes vivas de quem as aproveita. O único elemento necessário é o interesse; interesse em compartilhar, de um lado, e de receber, de outro.

É essa a nossa proposta, e com uma grande vantagem: dispomos, talvez, das melhores histórias já contadas. Com o auxílio da imaginação de grandes autores do Ocidente que conseguiram condensar, em suas obras, toda uma cultura, desde a Grécia Antiga à Rússia do século XIX, temos a possibilidade de aprender não apenas um conhecimento específico, mas todo um modo de pensar, um modelo de vida que, muitas vezes, tomamos por impossíveis ou que sequer concebemos. Absorvendo a história de uma humanidade passada, mas ainda não perdida, poderemos ultrapassar a incômoda fugacidade de nossa existência atual e, a despeito de todo o ceticismo pós-moderno, nos tornamos “homens de todos os tempos”.

Quando plausível, o impossível se deve preferir a um possível que não convença.

ARISTÓTELES, Poética, XXIV

 

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